Voltar
Mai 26 2026

É possível a minha empresa poupar na fatura de energia sem investimento inicial? 

A resposta é sim. E nós vamos explicar-lhe como. 

 

Nos últimos anos, assistimos a algo que já não surpreende ninguém: as faturas de energia sobem, descem, sobem outra vez, e as empresas ficam a olhar para esse custo sem conseguir fazer grande coisa. A eletricidade em Portugal tornou-se uma variável difícil de controlar. E, numa empresa, o que não se controla rouba margem. 

 

Mas existe uma alternativa, que não é nova, mas que só está agora a chegar com força ao mercado português: o modelo ESCO.

 

 

O que é o modelo ESCO?

 

Uma ESCO (Energy Service Company) é uma empresa que financia, instala e gere a infraestrutura de energia renovável nas instalações do cliente – sem que este precise de investir um único euro. Em troca, o cliente paga uma tarifa de energia inferior à que pagaria à rede, obtendo poupanças reais e imediatas na sua fatura.

 

É energia mais barata, estável e renovável  e é exatamente o que cada vez mais empresas em Portugal estão a procurar. A pesquisa por soluções de eficiência energética e autoconsumo fotovoltaico tem crescido de forma consistente, não por moda, mas porque os números fazem sentido. Uma garantia de redução na fatura de eletricidade, num modelo “energy as a service”, onde o cliente não precisa de alocar capital próprio (CAPEX) para a instalação de infraestruturas.  

 

 

O Modelo Supernova: sem investimento inicial e sem complicações  

 

Na Supernova, o modelo ESCO funciona de forma simples: nós investimos integralmente na instalação da central fotovoltaica, incluindo equipamentos, projeto e licenciamento, e a empresa começa a pagar uma tarifa inferior à da rede – e a poupar efetivamente na sua fatura – desde o primeiro dia.

 

A operação, a monitorização e a manutenção dos painéis ficam sempre do nosso lado, naquilo a que chamamos de Plug & Forget: a empresa assina, a central começa a produzir e o resto é da nossa responsabilidade.

 

Oferecemos dois modelos distintos, consoante a realidade de cada empresa: 

 

  • ESCO On-site (Autoconsumo Fotovoltaico) instala a central fotovoltaica nas coberturas ou terrenos da própria empresa, onde a energia é produzida e consumida no local. O cliente paga apenas uma tarifa inferior à da rede, obtendo poupanças imediatas na fatura sem qualquer investimento. É a escolha ideal para empresas com espaço disponível e consumos concentrados num único ponto.
  • ESCO Off-site foi desenhado para empresas sem espaço físico ou com múltiplos pontos de consumo dispersos, onde a energia é fornecida a partir dos nossos parques solares através da rede elétrica nacional. O cliente paga uma tarifa abaixo do preço da rede, com poupanças garantidas independentemente da localização. 

 

 

O que muda na prática? 

 

Adotar o modelo ESCO é, na verdade, uma decisão financeira e estratégica. Quando uma empresa substitui a sua fatura de energia por uma tarifa inferior e garantida, converte uma variável imprevisível num custo controlável, com impacto direto no orçamento, na competitividade e na capacidade de planear a médio e longo prazo. 

 

Em paralelo, a garantia de energia 100% renovável posiciona a empresa de forma credível perante clientes, investidores e parceiros, num mercado onde os critérios ESG e a descarbonização já não são opcionais.

 

O modelo ESCO vem precisamente eliminar as barreiras entre as empresas e a energia limpa. O Modelo Supernova foi desenhado para que qualquer empresa, independentemente da dimensão ou setor, pague menos pela eletricidade – com uma tarifa abaixo da rede, estável e previsível -, sem ter de se tornar especialista na matéria. 

 

A sua empresa não precisa de perceber de tarifas de rede, contratos de energia ou estruturas de financiamento. Precisa de um parceiro que perceba por si, saiba o que é melhor para o seu negócio e assuma os riscos por si. É assim que trabalhamos.  

 

Isto é simplesmente brilhante. Não acha? 

 

Quer perceber se a sua empresa é elegível? Fale connosco → 

Simplificar a energia: uma nova era na energia em Portugal

Ler notícia

Como rentabilizar a energia que sobra?

Ler notícia